Nasceu um amor. Uma menina mostrou-se ao mundo. Se há alegria, é natural. Mas agarrar o mundo e saber o que se quer. Fazer coisas. nem que seja. Coisas. Inúteis.
Nasceu um amor e ciúmes. Ciúmes seguem sempre o amor. O amor, os ciúmes. Que vivem dele e sabe bem, sabem bem os ciúmes, mas não. Eu também queria saber: controlar as minhas mãos, os dedos das mãos, as pontas dos dedos das mãos, as unhas das pontas... Saber, falar, saber falar, saber mexer, cantar saber fazer qualquer coisa saber fazer saber e fazer.
Mas é como uma onda pesada, correntes nos pés, sacode a perna, sacode, corta, quebra parte foge dessas correntes. Ah.. ah.. aaaahhh... não consiiiii - não digas a palavra.
De que adianta escreveres, ainda que todos os dias (que não), ainda que qualquer coisa (que não), ainda que que que? De nada. De nada te escreve, te serve escrever imaginar pensar ah talvez um dia eu isto e aquilo. Não, tu isto e aquilo, não nunca nunca não. de que te serve pensares e esperanças chorar e tudo? De nada serve de nada serve lamentares esse
deixa-me em paz estúpido monstro peludo e feio